Go back to the noodls home page
  • About us
  • Coverage
  • Services
Login

Not yet a member?Join now!|Lost password


  • Home


  • News

    • International News

    • Education

    • Environment

    • Health

    • Technology

      • Internet

    • Science

    • Social and Non-Profit

    • Local News

  • Politics 
    and Policy

    • Government and Public Administration

    • Politics

    • Local Administration

    • International Policy

  • Business 
    and Economy

    • Economy

    • Finance

      • Stock Markets

    • Jobs and Labour

    • Company News

    • Industries

      • Aerospace

      • Agriculture

      • Chemicals

        • Plastics and Rubber

      • Consumer Goods

      • Construction

      • Defense

      • Consumer Electronics

      • Energy

        • Nuclear Energy

        • Oil and Gas

        • Renewable and Alternative Energy

      • Financial Service and Investment

        • Banking

        • Insurance

      • Fishing and Aquaculture

      • Information Technology

      • Industrial and Manufacturing

        • Engineering and Heavy Industry

      • Metals

      • Mining

      • Pharmaceuticals

      • Real Estate

      • Services

        • Legal

        • Marketing and Communications

      • Telecommunications

      • Textile

      • Tobacco

      • Trade and Commerce

        • Retail

      • Transportation

        • Air Transportation

        • Maritime Transportation

        • Rail Transportation

        • Road Transportation

      • Utilities

      • Wood Industry

  • Arts 
    and Culture

    • Art

    • Book and Literature

    • Media and Entertainment

      • Cinema

      • Music

      • Radio and Television

    • Media

  • Lifestyle 
    and Leisure

    • Auto and Motors

    • Home and Garden

    • Fashion and Luxury

      • Clothing and Accessories

      • Cosmetics

      • Jewelry and Watches

    • Food and Drink

    • Travel and Tourism

    • Yacht and Sailing


  • Sports

    • Baseball

    • Basketball

    • Boxing

    • Cricket

    • Cycling

    • Football (American)

    • Football (Australian)

    • Football (Soccer)

    • Golf

    • Hockey

    • Rugby

    • Skiing and Winter Sports

    • Tennis

    • Volleyball

Senado Federal do Brasil

01/08/2013 | Press release

Unificação do ICMS: governo quer compensar estados com quase R$ 300 bi em 20 anos

distributed by noodls on 01/08/2013 16:03

Print Print

Sharing and Personal Tools

Please select the service you want to use:

  • Newsvine
  • Digg
  • Delicious
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Buzz
  • Favorites
  • Google Reader

Please use the above public link if you want to share this noodl on another website

Close

O governo federal está disposto a empregar R$ 296 bilhões, entre 2014 e 2033, para compensar os estados que perderem arrecadação com a unificação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Esse é o montante a ser canalizado para dois fundos de apoio financeiro em troca da proposta de redução gradual das alíquotas interestaduais do tributo para 4%, em prazo de quatro ou oito anos.

A medida provisória (MP 599/2012) que trata das formas de auxílio para compensar os estados que perderem receitas por conta da unificação do ICMS aguarda leitura em Plenário. Publicado no fim do ano, o texto adiciona mais polêmica às questões federativas na retomada da agenda parlamentar, em fevereiro.

O governo se esforça para conseguir o apoio de todos os 27 governadores à proposta de unificar a alíquota do ICMS, o que facilitaria a aprovação de projeto de resolução com essa finalidade, de iniciativa exclusiva do Senado. O Ministério da Fazenda já colocou minutas à disposição de líderes governistas na Casa. A idéia é que a MP 599 e essa resolução avancem ao mesmo tempo.

Atualmente, existem duas alíquotas interestaduais, uma de 7%, que serve aos estados mais ricos, e outra de 12%, utilizada pelos mais pobres. Nas últimas décadas, esses estados adotaram políticas de incentivos com base no ICMS para atrair empresas instaladas nas regiões mais desenvolvidas, praticando a conhecida "guerra fiscal". O Supremo Tribunal Federal (STF) já se manifestou pela inconstitucionalidade dos incentivos.

Para o governo, por sua vez, unificar as alíquotas e acabar com a chamda "guerra fiscal" por investimentos significa estimular um sistema tributário mais racional e menos oneroso para o setor produtivo. Colateralmente, espera com isso injetar novo estímulo na economia. Daí a disposição em buscar um acordo entre os estados para unificar as alíquotas interestaduais do ICMS.

Um atrativo adicional apresentado pelo governo é a oferta de um indexador menos gravoso para as dívidas estaduais, hoje atreladas ao IGP-DI, além de uma taxa de juros de 6% e 7,5%. Por meio de lei complementar, o governo pretende sugerir a adoção do índice oficial de inflação (IPCA), acrescido de uma taxa de juros de 4% ao ano. Se esse indicador ultrapassar a taxa básica de juros, os saldos das dívidas serão corrigidos pela variação da própria Selic, hoje em 7,25% ao ano.

Fundos

MP estabelece que o fundo exclusivamente de compensação totalizará R$ 222 bilhões até 2033, que serão repassados aos estados como transferências obrigatórias. Começará com um aporte de R$ 3 bilhões em 2014, o dobro desse valor no ano seguinte e o triplo em 2016. A partir de 2017, serão R$ 12 bilhões a cada ano.

O outro é um fundo de desenvolvimento regional, para servir como mecanismo de atração de investimento no lugar da tradicional guerra fiscal. Seus recursos vão apoiar projetos de desenvolvimento por meio de empréstimos a taxas favorecidas. Começará com R$ 1 bilhão em 2014, R$ 2 bilhões em 2015 e R$ 3 bilhões em 2016. Entre 2017 a 2033, os aportes serão de R$ 4 bilhões a cada ano.

Smartlinks | Senado Federal do Brasil | Economy | Government and Public Administration | Politics and Policy | Top Business and Economy News | Public Finance | National Government | Parliament | Parliaments

Back

View original format

Copyright ©2006-2013 noodls.com - VAT IT01709820995 | Privacy Policy | Terms of Use | Feedback | Contact us