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05/23/2012 | Press release
distributed by noodls on 05/23/2012 19:51
As comissões da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; e de Defesa do Consumidor vão promover audiência pública na quarta-feira (30) para debater as constantes queixas de consumidores, relativas à prestação de serviços das operadoras de telecomunicação.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, foi convidado para o debate que tem o objetivo de discutir quais medidas estão sendo tomadas pelo governo federal para reverter a situação das regiões que sofrem com a precariedade e com a falta de acesso ao sinal de telefonia móvel e internet.
O debate foi proposto pelos deputados Carlos Sampaio (PSDB-SP), José Carlos Araújo (PSD-BA) , José Chaves (PTB-PE) e Nelson Marchezan Junior (PTB-SP) na Comissão de Defesa do Consumidor. Eles explicam que o setor de telefonia celular continua liderando o ranking de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor do Brasil e também nas redes sociais.
Já o deputado Wilson Filho (PMDB-PB), que propôs a audiência na Comissão da Amazônia, quer tratar da situação da telefonia móvel e da inclusão digital nas regiões Norte e Nordeste.
A reunião será realizada às 10 horas, no Plenário 8.
Também foram convidados para o debate:
- o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações
(Anatel), João Batista de Rezende;
- o presidente da Claro, Carlos Hernan Zenteno de los
Santos;
- o presidente da Oi, Francisco Valim;
- o presidente da Vivo/Telefônica, Antonio Carlos Valente
da Silva;
- o presidente da TIM;
- a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do
Consumidor do Ministério da Justiça (DPDC), Juliana Pereira
da Silva; e
- o coordenador do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor
(Sindec) do Ministério da Justiça, Manoel Fernando Marques
da Silva.
Punição
Tramita na Câmara o Projeto de Lei
3143/12, de autoria do deputado Amauri Teixeira
(PT-BA), obriga as prestadoras de serviço de telefonia fixa
ou móvel a atender a todos os distritos dos municípios
abrangidos em sua área de outorga.
Segundo o deputado, as operadoras vêm privilegiando as
áreas mais povoadas e com maior renda e menosprezando
aquelas mais pobres ou menos populosas.
Pela proposta, caso as empresas deixem de atender a algum
distrito no prazo previsto, elas estarão sujeitas às
penalidades previstas na lei de regulação do setor (Lei 9472/97):
advertência, multa, suspensão temporária, caducidade e
declaração de inidoneidade.