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12/11/2012 | Press release
distributed by noodls on 12/11/2012 08:39
Conteúdo
Parte significativa das emissões de gases de efeito estufa (GEE), em diversos tipos de organizações, está ligada aos fornecedores, e não necessariamente aos processos produtivos. A informação é do relatório conclusivo do Programa de Gestão de Carbono na Cadeia de Valor, lançado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), na última semana.
A apresentação do documento ocorreu na cidade de Doha, no Qatar, em evento paralelo da 18ª Conferência das Partes (COP18), encontro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. David Canassa, Gerente Geral de Sustentabilidade da Votorantim, patrocinadora do projeto, é integrante da comissão do CEBDS e foi um dos palestrantes do evento.
Em 2011, a Votorantim e os demais grupos participantes indicaram cerca de 240 fornecedores para o programa. O objetivo era sensibilizar e fazer com que essas empresas elaborassem seu primeiro inventário de emissões de GEE. Destas, algumas foram selecionadas para participar dos workshops, que contaram com a presença de 32 convidados.
Os encontros tiveram a demonstração de consequências diretas das mudanças climáticas a diversos setores da economia brasileira. Foram mostradas as principais vantagens e diferenciais daqueles que já efetuavam inventários de emissões. Além disso, o projeto comprovou o interesse de grandes grupos nessas informações, já que eles patrocinaram os workshops.
No último levantamento (realizado em agosto de 2012), 22 desses fornecedores convidados já haviam apresentado um inventário de emissões, o que representa cerca de 90% do total de participantes. Em 2013, o projeto terá sua 2ª edição, dessa vez com 10 organizações patrocinadoras, incluindo a Votorantim.
Confira aqui o documento completo do Programa de Gestão de Carbono na Cadeia de Valor.
Da esq. p/ dir.: Fernando Malta (CEBDS), David Canassa (Gerente Geral de Sustentabilidade da Votorantim e presidente da CTClima), Lia Lombardi (CEBDS), Thierry Berthourd (WBCSD) e Ricardo Zibas (KPMG)